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La angustiada liturgia del adiós

Quinientos caballos inmóviles. Impávida. Resisto a la evidente asfixia del mañana. Te mato. Me resucito. Nos despierto. Ahogo mi instinto benevolente en tu odioso mar de celos. Escupo. Escúpeme. Dios salió de vacaciones, cierra la puerta. No volveré. No serás. Fuimos. ¡Next! Todo que soy es de ayer. Aún soy la que soñado… que amado,…

A ingrata semiótica do amor

Ele me suplica com os olhos toda classe de adjetivos de amor. Não posso saciá-lo com palavras, respondo com o corpo. Pernas, boca, língua, dor. Não falamos o mesmo idioma, não comemos no mesmo prato e ainda sim seus desejos me movem. Quero dar um passo, dois, dez, mas a jaula da angustia é pequena…

Un estanque privado de lagrimas

Bob Dylan nos presentó, Johny Cash nos acercó y todo el resto es culpa del Blues. Entre el sexo y la transcendencia respira el amor asintomático… que agoniza delante del imparable salto al abismo… ¡No! No pienses… cráneos son dinamita cuando abrigan cerebros enamorados… ¡Tres-dos-uno! Astillas de pasión te clavarán los pulmones en la cruz.…

Não plante pra colher, a fome chega todo dia

Nunca deixamos de ser o que não fomos. Os caminhos que abandonamos de certa forma nos acompanham por toda vida. Tem dias que acordo bailarina, em outros piscológa, saiu vestida de aeromoça e vou dormir decorando salas… as frustrações são tão autênticas quanto as realizações, nos edificam e implodem, pouco a pouco durante a vida.…

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